A importância do lúdico na educação infantil: uma forma de educar
Ter, 05 de Julho de 2011 18:40

Aparecida Roseli Pereira da Silva[1]

Marciana de Sousa Queiroz Mota[2]

 

RESUMO: Este artigo visa mostrar aos professores de Educação Infantil a importância do lúdico, jogos e brincadeiras para o desenvolvimento e aprendizagem do educando. Para isso, se faz necessário saber o significado do brincar, analisar o papel do educador nesse processo lúdico, e ainda, compreender os benefícios que as atividades lúdicas proporcionam no âmbito escolar. Nas brincadeiras as crianças desenvolvem algumas habilidades importantes, tais como a atenção, a imitação, a memória e a imaginação. Para exercer sua capacidade de criar é imprescindível que haja riqueza e diversidade nas experiências que lhes são oferecidas. A educação lúdica, além de influenciar na formação de educando contribui na preparação para a vida futura, tornando-os mais atuantes e envolvidos com a sociedade.

PALAVRAS-CHAVE: Educação Infantil. Lúdico.

 

1. Introdução

O lúdico tem sua origem na palavra “ludus” que quer dizer “jogos” e “brincar”. E neste brincar estão incluídos os jogos, brinquedos e divertimento, isto oportuniza a aprendizagem do aluno. O lúdico faz parte da atividade humana e caracteriza-se por ser espontânea funcional e satisfatória, não importa somente o resultado, mas a ação, o movimento vivenciado. Sendo que o mesmo acontece a partir do brinquedo, brincadeiras e jogos, pois é o momento que a criança entra no seu mundo de imaginação.

A atividade lúdica tem o objetivo de produzir prazer e de divertir ao mesmo tempo, no entanto, desenvolve no educando habilidades cognitivas, motoras, a atenção, o movimento ritmado, conhecimento quanto à posição do corpo, direção a seguir e outros. Participando do desenvolvimento em seus aspectos biopsicológicos e sociais, desenvolve livremente a expressão corporal que favorece a criatividade, adquire hábitos de práticas recreativas para serem empregados adequadamente nas horas de lazer, adquire hábitos de boa atividade corporal, seja estimulada em suas funções orgânicas, visando ao equilíbrio da saúde dinâmica e desenvolve o espírito de iniciativa, tornando-se capaz de resolver eficazmente situações imprevistas. Assim,

os jogos e as atividades lúdicas tornam-se significativas à medida que a criança se desenvolve, com a livre manipulação de materiais variados, ela passa a reconstituir reinventar as coisas, que já exige uma adaptação mais completa. Essa adaptação só é possível, a partir do momento em que ela própria evolui internamente, transformando essas atividades lúdicas, que é o concreto da vida dela, em linguagem escrita que é o abstrato (PIAGET, 1973, p. 156).

O jogo é uma atividade lúdica que tem valor educacional. A utilização do mesmo no ambiente escolar traz muitas vantagens para o processo de ensino aprendizagem, o jogo é um impulso natural da criança funcionando assim como um grande motivador. Confirmando isso, trazemos Negrine que:

Sustenta que as contribuições das atividades lúdicas no desenvolvimento integral indicam que elas contribuem poderosamente no desenvolvimento global da criança e que todas as dimensões estão intrinsecamente vinculadas: a inteligência, a afetividade, a motricidade e a sociabilidade são inseparáveis, sendo a afetividade a que constitui a energia necessária para a progressão psíquica, moral, intelectual e motriz da criança (NEGRINE, 1994, p. 19).

Brincar é sinônimo de aprender, pois o brincar e o jogar geram um espaço para pensar, sendo que a criança avança no raciocínio, desenvolve o pensamento, estabelece contatos sociais, compreende o meio, satisfaz desejos, desenvolve habilidades, conhecimentos e criatividade.

O desenvolvimento pessoal funda-se em um processo de auto descoberta, onde cada qual tende a tornar consciência do que sabe fazer e do que tem dificuldade, como pode potencializar aquilo que faz bem e convive, ou diminuir, com afeitos daquilo que tem menos habilidades. O processo de comparação pode ser doloroso, porém é eficaz e, às vezes, inevitável. Porém, atividades lúdicas podem compor este processo de comparação de forma agradável, divertida e um clima de camaradagem. Quando a criança joga, ela percebe suas possibilidades e a dos companheiros (DHOME, p. 124-125).

De acordo com a autora, o desenvolvimento pessoal da criança é um processo onde ela mesma se descobre, em qual tem mais habilidades, o que faz com prazer sem dificuldades, este processo existe em todas as fases da vida, mas para a criança que ainda não tem esta compreensão de mundo dificulta o seu meio. Sobre isso, as atividades lúdicas cumprem o seu papel de forma agradável, para trabalhar tanto as habilidades quanto as dificuldades de cada criança.

As trocas de relação de uma criança com a outra são fundamentais para o crescimento como pessoa. Estes processos comunicativos, expressivos acontecem com trocas de relação, como a imitação entre elas, expressa seus desejos de participar e até de se diferenciar dos outros constituindo seu jeito próprio (WALLON, 1945, p.218).

Ao se referir às trocas de relação das crianças, fica bem clara a importância do crescimento da criança como pessoa, como ser humano. No momento de brincar juntas elas estão obtendo uma troca de relação e convívio entre elas, expressando suas vontades nas brincadeiras e tornando-as diferenciadas umas das outras, com o mesmo objetivo. Esse diferenciado faz com que ela tenha sua personalidade diferente e não seja manipulada.

A ideia de brincar origina-se na imaginação criada pela criança, em que desejos impossíveis podem ser realizados, reduzindo a tensão e, ao mesmo tempo, constituindo uma maneira de acomodação e conflitos e frustrações da vida real. Vygotsky (1984, p. 64) afirma que, “brincar leva a criança a tornar-se mais flexível e a buscar alternativas de ação. Enquanto brinca, a criança concentra sua atenção na atividade em si e não em resultados e efeitos”.

Para Friedmann (1996) e Volpato (1999), citados por Almeida e Shigunov (2000, p. 70), "a brincadeira refere-se ao comportamento espontâneo ao realizar regras estipuladas pelos próprios participantes. O brinquedo é identificado como o objeto da brincadeira. A atividade lúdica compreende todos os conceitos anteriores".

Desta forma, a brincadeira está mais ligada ao sentido de gratuidade, de uma ação livre de compromisso, com possibilidades da existência de regras flexíveis e determinadas, enquanto a brincadeira durar, por aqueles que dela participam. O jogo também possui regras que são modificadas, geralmente, quando o interesse daqueles que jogam diminui sendo, portanto, também flexíveis. O brinquedo é o objeto manuseado, manipulado no desenvolvimento da atividade lúdica, portanto pode ser utilizado como tal, também, nos jogos.

As atividades lúdicas são fundamentais na formação das crianças, e verdadeiras facilitadoras dos relacionamentos e das vivências no contexto escolar. Pois a mesma promove a imaginação e, principalmente, as transformações de sujeito em relação ao seu objeto de aprendizagem.

 

2. Jogos, brinquedos e brincadeiras

No comportamento diário das crianças o brincar é algo que se destaca como essencial para o seu desenvolvimento e aprendizagem. Jogos e brincadeiras constam como recursos necessários na construção da identidade, da autonomia infantil e das diferentes linguagens das crianças.

O jogo é a mais importante das atividades da infância, pois a criança necessita brincar, jogar, criar e inventar para manter seu equilíbrio com o mundo. A importância da inserção e utilização dos brinquedos, jogos e brincadeiras na pratica pedagógica é uma realidade que se impõe ao professor. Brinquedos não devem ser explorados só para lazer, mas também como elementos bastantes enriquecedores que promovem a aprendizagem. Através dos jogos e brincadeiras, o educando encontra apoio para superar suas dificuldades de aprendizagem, melhorando o seu relacionamento com o mundo.

O jogo na vida das crianças é fundamental, pois quando ela brinca, explora, manuseia tudo aquilo que está em sua volta, através de esforços físicos e mentais e sem se sentir coagida pelo adulto, começa a ter sentimentos de liberdade e satisfação pelo que faz, dando atenção às atividades vivenciadas naquele instante.  Nas pesquisas de Pinto e Lima (2003, p.5) verifica-se que,

a brincadeira e o jogo são as melhores maneiras da criança comunicar-se sendo um instrumento que ela possui para relacionar-se com outras crianças. É através das atividades lúdicas que a criança pode conviver com os diferentes sentimentos que fazem parte da sua realidade interior. Ela irá aos poucos se conhecendo melhor e aceitando a existência dos outros, estabelecendo suas relações sociais.

O jogo é o suporte quando atende além da imaginação a uma prática lúdica que possui um sistema de regras que ordenam as ações. No relato de Kishimoto (1994 p. 48), “o brinquedo é o suporte da brincadeira quando serve a uma atividade espontânea, sem intencionalidade inicial, que se desenvolve de acordo com a imaginação da criança”.

A brincadeira, por sua vez, encontra fundamento na fala de Kishimoto (1994 p.50),

quando é apontada como uma atividade espontânea da criança, sozinha ou e em grupo. Ela constrói uma ponte entre a fantasia e a realidade, o que a leva a lidar com complexas dificuldades psicológicas, como a vivencia de papeis e situações não bem compreendidas e aceitas em seu universo infantil. A brincadeira na infância leva a criança a solucionar conflitos por meio da imitação, ampliando suas possibilidades lingüísticas, psicomotoras, afetivas, sociais e cognitivas.

Nessa perspectiva, a brincadeira infantil possibilita à criança a imitação de diferentes papéis, comumente de seu cotidiano, ação que facilita a expressão de sentimentos nas relações que estabelece com as pessoas do seu meio.

O jogo é fundamental para o desenvolvimento cognitivo, pois o processo de vivenciar situações imaginárias leva a criança ao desenvolvimento do pensamento abstrato, quando novos relacionamentos são criados no jogo entre significações e interações com objetos e ações. Nesse sentido, Vygotsky (1984, p. 64) afirma que:

Toda atividade lúdica da criança possui regras. A situação imaginária de qualquer tipo de brinquedo já contém regras que demonstram característica de comportamento, mesmo que de maneira implícita. Para ele, o jogo é o nível mais alto do desenvolvimento na pré-escolar e é por meio dele que a criança se move cedo, além de desenvolver o comportamento habitual na sua idade.

Embora dotada de grande consistência, a teoria piagetiana não discute a brincadeira em si. Em síntese, Piaget (1978, p. 188) adota o uso metafórico, “a brincadeira como conduta livre, espontânea, que a criança expressa por sua vontade e pelo prazer que lhe dá”. Ao manifestar a conduta lúdica, a criança demonstra o nível de seus estágios cognitivos e constrói conhecimentos. Da mesma forma, para psicólogos, especialmente freudianos, a brincadeira infantil é o meio de estudar a criança e perceber seus comportamentos.

Ao brincar a criança interage com o ambiente e, com isto, vai construindo novos significados, utilizando para isto seu próprio potencial intelectual, Vygotsky (1984, p.35) afirma que:

A brincadeira cria para as crianças uma zona de desenvolvimento proximal que não é outra coisa senão a distância entre o nível de desenvolvimento, determinado pela capacidade de resolver independentemente um problema, e o nível de desenvolvimento potencial, determinado através da resolução de um problema, sob a orientação de um adulto, ou de um companheiro mais capaz.

De acordo com este pesquisador, é no brinquedo que a criança aprende a agir numa esfera cognitiva. Com a ajuda do brinquedo ela pode desenvolver a imaginação, a confiança, a auto-estima e a cooperação. O modo como a criança brinca revela seu mundo interior. O brinquedo contribui, assim, para a unificação e integração da personalidade e permite à criança entrar em contato com outras.

Os jogos, brinquedos e brincadeiras são atividades fundamentais da infância, para isso, é importante que a escola dê condições adequadas visando a promover situações compatíveis com as necessidades apresentadas pelas crianças e oportunizando estimulação para seu desenvolvimento integral.

 

3. O papel do educador em relação ao lúdico

Muitos profissionais da área educacional utilizam a ludicidade como um recurso pedagógico, pois a utilização de recursos lúdicos, como jogos e brincadeiras, auxilia a transposição dos conteúdos para o mundo do educando.

O lúdico aplicado à prática pedagógica não apenas contribui para a aprendizagem da criança, como possibilita ao educador s aulas mais dinâmicas e prazerosas.

O lúdico enquanto recurso pedagógico deve ser encarado de forma séria e usado de maneira correta, como afirma Almeida (1994, p. 53), “o sentido real, verdadeiro, funcional da educação lúdica estará garantido, se o educador estiver preparado para realizá-lo”. Sendo assim, o papel do educador é intervir de forma adequada, deixando que o educando adquira conhecimento e habilidades.

A importância da inserção e utilização dos brinquedos, jogos e brincadeiras na prática pedagógica é uma realidade que se impõe ao educador. Brinquedos não devem ser explorados somente como lazer, mas também como elementos bastante enriquecedores para promover a aprendizagem.

Os educadores precisam estar cientes de que a brincadeira para o educando é necessária e que ela traz enormes contribuições no desenvolvimento da habilidade de aprender a pensar.

Santos (1997, p.14) afirma que, “quanto mais o adulto vivenciar sua ludicidade, maior será a chance de este profissional trabalhar com a criança de forma prazerosa”. Desta maneira, o jogo e a brincadeira são experiências vivenciais prazerosas. Assim também a experiência da aprendizagem tende a se constituir em um processo vivenciado prazerosamente.

A escola, ao valorizar as atividades lúdicas, ajuda a criança a formar um bom conceito de mundo, em que a afetividade é acolhida, a sociabilidade vivenciada, a criatividade estimulada e os direitos da criança respeitados. Para Campagne, citado por Kishimoto (1994, p.113), “a atuação do professor incide sobre a valorização das características e das possibilidades dos brinquedos e sobre possíveis estratégias de exploração”.

Nesse sentido, os educadores podem oferecer informações sobre diferentes formas de utilização dos brinquedos, ampliando o referencial infantil. É importante que os brinquedos oferecidos às crianças reconheçam e valorizem os aspectos culturais da própria região, explorando suas origens, seus materiais, sua estética e sua história.

De acordo com Santos (1997 p.38), ”a formação lúdica valoriza a criatividade, o cultivo da sensibilidade e a busca da afetividade”, o adulto que vivencia atividades lúdicas revive e resgata com prazer à alegria do brincar, potencializando a transposição dessa experiência para o campo da educação, por meio do jogo.

Quando refletem sobre as possibilidades de intervenção e de ensino com a utilização do lúdico, os educadores sempre relatam experiências em que estão presentes sentimentos e posicionamentos que evidenciam a relação entre educador e educando. Nessa perspectiva, se o educador souber observar as perguntas que seus alunos fazem, a maneira como exploram objetos e brinquedos, ele irá perceber que existem inúmeras possibilidades de intervenção durante as atividades pedagógicas desenvolvidas na sala de aula. O lúdico como prático pedagógico requer estudo, conhecimento e pesquisa por parte do educador.

É importante que o educador descubra e trabalhe a dimensão lúdica que existe em sua essência, no seu trajeto cultural, de forma que venha aperfeiçoar a sua prática pedagógica, como relata Feijó (1992, p.61), “que o lúdico é uma necessidade básica da personalidade, do corpo e da mente e faz parte das atividades essenciais da dinâmica humana”.

Campos completa essa ideia, dizendo:

A ludicidade poderia ser a ponte facilitadora da aprendizagem se o professor pudesse pensar e questionar sobre sua forma de ensinar, relacionando a utilização do lúdico como fator motivante de qualquer tipo de aula (Campos, 1986, p. 111).

No entanto, para que isso aconteça é necessário que ele busque resgatar a ludicidade, os momentos lúdicos que com certeza permearam seu caminho.

Importante ressaltar que os jogos, ao serem utilizados pelo educador no espaço escolar, devem ser devidamente planejados. Neste enfoque, Antunes (1998, p.37) destaca que:

Jamais pense em usar os jogos pedagógicos sem um rigoroso e cuidadoso planejamento, marcado por etapas muito nítidas e que efetivamente acompanhem o progresso dos alunos, e jamais avalie qualidade de professor pela quantidade de jogos que emprega, e sim pela qualidade dos jogos que se preocupou em pesquisar e selecionar.

No planejamento de uma atividade, o professor deve antes adequar o tipo de jogo ao seu público e o conteúdo a ser trabalhado, para que os resultados venham ser satisfatórios e os objetivos alcançados.

O lúdico como recurso pedagógico revela que os educandos, na maioria das vezes, percebem suas capacidades e suas dificuldades. Cabe ao educador identificar tais capacidades de formar e propiciar a integração de todas as áreas de desenvolvimento e aprendizagem dos alunos.

As palavras de Fernández (2001, p.37) apontam a relação entre a aprendizagem e o brincar de maneira cativante:

Aprender é apropriar-se da linguagem, é historiar-se, recordar o passado para  despertar-se ao futuro; é deixar-se surpreender pelo já conhecido. Aprender é reconhecer-se, admitir-se. Crer e criar. Arriscar-se a fazer dos sonhos textos visíveis e possíveis. Só será possível que as professoras e professores possam gerar espaços de brincar-aprender para seus alunos quando eles simultaneamente construírem para si mesmos.

É nessa perspectiva que o lúdico é um importante recurso pedagógico para a definição de ações pedagógicas adequadas a serem estudadas em cursos de formação de professores. Com efeito, a utilização de jogos e brincadeiras em diferentes situações educacionais é um meio para estimular as aprendizagens específicas dos alunos.

 

4. Considerações Finais

A educação lúdica, além de ajudar, influencia a formação do educando, propicia à criança muito benefício, pois proporciona a ela prazer, criatividade, coordenação motora que vai desencadeando seu aprendizado. Ela também contribui com o educador, pois através dela se pode educar com criatividade e responsabilidade, descobrindo maneiras interessantes para serem trabalhadas conforme a realidade do educando.

Os jogos e os brinquedos constituem-se hoje em objetos privilegiados da educação infantil, desde que inseridos numa proposta educativa que se baseia na atividade e na interação delas.

Através das atividades lúdicas desenvolvem-se várias habilidades, explorando e refletindo sobre a realidade, a cultura na qual se vive, incorporando e, ao mesmo tempo, questionando regras e papéis sociais. Pode-se dizer que as atividades lúdicas ultrapassam a realidade, transformando-a através da imaginação. A incorporação de brincadeiras, jogos e brinquedos na prática pedagógica, podem desenvolver diferentes atividades que contribuem para inúmeras aprendizagens e para a ampliação da rede de significados construtivos para o educando, também funciona como exercícios necessários e úteis à vida. Brincadeiras e jogos são elementos indispensáveis para que haja uma aprendizagem com divertimento, que proporcione prazer no ato de aprender, e que facilite as práticas pedagógicas em sala de aula.

Propõe-se, portanto aos educadores infantis, transformar o brincar em trabalho pedagógico para que experimentem, como mediadores, o verdadeiro significado da aprendizagem com desejo e prazer.

 

5. REFERÊNCIAS

ALMEIDA, Paulo Nunes. Educação lúdica: técnicas e jogos pedagógicos. São Paulo, SP: Loyola, 1995.

DHOME, Vânia. Atividade lúdica na educação: o caminho de tijolos amarelos do aprendizado. Rio de Janeiro: Vozes, 2003.

KISHIMOTO, M. Tizuko. Jogo, Brinquedo, Brincadeira e a Educação. São Paulo, SP: Editora Cortez, 1996.

______. Ludicidade e Psicomotricidade. [Obra] organizada pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). – Curitiba: Ibpex, 2008. 159 p. il.

NEGRINE, Airton. Aprendizagem e desenvolvimento infantil. Porto Alegre, RS: Propil, 1994.

OLIVEIRA, B. Vera. O brincar e a criança do nascimento aos seis anos. Petrópolis, RJ: 2º edição, Editora Vozes 2000.

______. O lúdico na prática pedagógica. [Obra] organizada pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). – Curitiba: Ibpex, 2009. 219 p. il.

PIAGET, Jean. A formação do símbolo na criança. Rio de Janeiro, RJ: Zahar, 1975

RAU, Dorneles. T.C. Maria. A ludicidade na Educação: Uma atitude pedagógica.  Curitiba- PR, 2º edição, Editora IBPEX, 2011.

SANTOS, P. Santa Marli. Brinquedoteca: a criança, o adulto e o lúdico. Petrópolis, RJ: 2º edição, Editora Vozes, 2000.

SANTOS, P. Santa Marli. O lúdico na formação do educador. Petrópolis, RJ: 4º edição, Editora Vozes, 1997.

VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo, SP: Martins Fontes, 1984.



[1] Profa da Escola Estadual Benedito Cesário da Cruz, Mirassol D Oeste.

[2] Profa da Escola Especial Frei Gumaru- APAE, Cáceres.

 

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